"E o que eu sinto é o tal do amor. Aquele surrado, mal-falado, desacreditado e raro amor, que eu achava que não existia mais. Pois existe. E arrebata, atropela, derruba, o violento surto de felicidade causado pelo simples vislumbre do teu rosto."
7 de junho de 2010
Lucas Silveira
Assinar:
Postar comentários (Atom)




0 comentários:
Postar um comentário